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Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.

Sócrates

A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades.

Millôr Fernandes

No final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos.

Martin Luther King" alt="" width="58" height="64" />

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PERDIÇÃ

1 Voto

 

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- Nossa, que festa chata! – pensou Giovana.

Toda família de Leo, seu marido há anos, esta reunida. Vestida de maneira formal e cabelos presos em uma trança rígida; sua personalidade guardada em casa a sete chaves, pois na frente daquelas pessoas deveria ter a postura perfeita, ser a mãe perfeita, a esposa perfeita. E claro, seu verdadeiro Eu gritando rebeldia para todos os lados, pedindo para ser libertado.

Bem… Toda festa de família era a mesma coisa. Já havia se resignado e aceitado que ali o que contava eram as aparências.

Pegou um drinque e sentou-se sozinha no jardim, tentando fugir um pouco daquelas conversas vazias. Foi neste momento que escutou um barulho bem conhecido, aquele que habitava seus sonhos e seus desejos mais íntimos estava chegando. Era ele, incrível como sempre: calça jeans, coturnos pretos e um sorriso indecente nos lábios. Desceu de sua moto triunfante exalando sensualidade. Olhou bem dentro de seus olhos, chegou perto de seu rosto para cumprimentá-la.

Giovana pensou “É agora! Finalmente um beijo!” Mas como sempre foi no rosto. Desta vez foi demorado além da conta, decepção estampada nos dois. Ele seguiu seu caminho para dentro da casa.

Esta fixação de sua vida chamava-se Bernardo, seu cunhado. Nada tinha a ver com seu marido. Tudo aquilo que nele eram defeitos, no outro eram qualidades e vice versa. De aparência eram até parecidos, mas nas atitudes destoavam muito.

Como sempre se olhavam a noite toda. Desejos velados em um simples olhar. Nesta noite, porém ela havia bebido um drink a mais, o que lhe deu coragem para conversar mais abertamente.

Nesta noite riram juntos, falaram sobre tudo e esqueceram-se do mundo a sua volta.

Mais tarde, ela foi até o quarto de sua sogra pegar seu celular, pois estava tocando em sua bolsa. Foi surpreendida pela escuridão repentina. Virou-se para trás e viu um vulto em suas costas. Era sua perdição.

_Você me deu um susto, Bernardo! – disse ela. – Acho q a lâmpada queimou.

_Não. – Foi tudo que ele respondeu, sorriu e trancou a porta.

Ela ficou assustada com a súbita atitude. De repente ele puxa a fivela de seus cabelos que caem em ondas douradas em suas costas. Estado de choque!

_Prefiro seu cabelo solto.

Segurou firme em seu cabelo, puxando-a para mais perto. Ela não resistiu, pois em seu intimo estava dando gargalhadas. Beijou com ardor, não foi carinhoso ou amoroso. Foi urgente, áspero até e, com certeza, urgente…

Anos esperando por esse momento. Ela passou suas mãos ávidas por dentro de sua camisa subindo e descendo. Parou no cinto de sua calça, abriu-o devagar. Ambos sorriram. Abriu a calça deixando a mostra seu membro louco para entrar em ação.

Ele tirou a camisa e ela levantou o vestido. Empurrou-o na cama, queria saboreá-lo. Como era gostoso vê-lo contorcer-se de desejo. Ele a puxou com força e de repente estava debaixo dele. Sem demora, penetrou-a com força, cada vez mais urgente, mais rápido e rígido. Tinham pouco tempo. Puxou com força seus cabelos até que ela sentisse dor. Dor e prazer envolvidos…Que delícia! E o perigo de serem surpreendidos nesta hora deixava a situação tensa e excitante ao mesmo tempo. Até que não existiu mais nada além do momento maravilhoso que viveram. Gozaram juntos. Desta vez foram muito além dos olhares de cobiça… O desejo mútuo finalmente tinha se realizado.

Com pressa vestiram-se. Ele a beijou suavemente nos lábios e seguiu um caminho diferente do seu, como tinha que ser. Mas daquele dia em diante, sua vida nunca mais seria a mesma. Agora Giovana estava na trilha da perdição.

Na festa, sua sogra pergunta-lhe porque seus cabelos estão soltos e rebeldes. Olha pra ele de longe, sorri e responde que os prefere assim.

MIL PEDAÇOS

 
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O delicado vidro daquele porta-retratos estilhaçou-se na parede, partindo o silêncio em mil pedaços. Cortina de lágrimas nos olhos. Primeira pergunta que veio à mente: o que faria de sua vida agora? Onde iria guardar toda aquela paixão que transbordava dela?

Desde o começo sabia que este dia chegaria… Por enquanto, ficava no doce conforto de seus braços, na frágil ilusão de um romance sem futuro e cheio de riscos. Mesmo com todas aquelas razões sensatas para fugir desta situação, ainda assim preferiu ficar com ele por um único motivo: Amor!

Ele a fez mulher de verdade. Não penetrou somente o seu corpo, mas entrou onde ninguém mais esteve. Além das roupas, despiu todos os seus receios, seus pudores e sua desobediência natural. Descobriu-se fêmea no cio, livre de tabus e disposta a encarar as diversidades do prazer ao lado dele. Juntos foram até onde a moral e a decência nunca iriam achá-los! Homem nenhum tinha conseguido isto! Podia dizer-se completa agora!

Ela simplesmente não conseguia resistir aquele charme, aquela conversa malandra, aqueles beijos quentes que faziam esquecer toda a noção do certo e errado. O coração era dele, sem dúvida! Mas agora ele estava quebrado, assim como o vidro aos seus pés.

Cada pedacinho parecia mostrar um momento vivido. Todos aqueles anos felizes passaram diante de seus olhos. Iria sentir falta daquelas tardes cheias de tesão e adrenalina… Daquela vontade louca que a jogava na cama, na parede e ainda assim permanecia insaciável… Teria saudade daqueles momentos escassos, porém intensos. Mas não era somente o sexo. Também sentiria falta da sua companhia, da linda história e da cumplicidade construída durante todo aquele tempo.

Eis o risco de relações paralelas: um dia é necessário optar por um caminho apenas. Isto faz parte do jogo! O tal dia chegou, a escolha tinha sido feita. As lágrimas serão apenas para lavar a alma. A vida segue. Ela não era mulher de ficar lamentando, estava consciente de sua resiliência: a sua melhor parte. Ele teria saudades dela… Poderia experimentar outros sabores, mas sabia que o seu era único.

Agora era preciso arrumar aquela bagunça: tanto na casa quanto no coração! Juntou os (seus) pedaços de vidro do piso. Guardou a foto com carinho… Assim como as suas lembranças. Não era porque um romance tinha acabado que iria desprezá-lo e buscar todos os pontos negativos para justificar sua raiva e tristeza. Secou o rosto, respirou fundo e ergueu a cabeça. Tinha certeza de que algo bom a aguardava no futuro.

Adormeceu no sofá da sala…

A luz do sol invade a janela. Aquele calor incomoda seu rosto. Ouve barulhos estranhos, leves ruídos, uma voz conhecida. Que Voz? Como assim? Mas ela estava sozinha! Levanta num sobressalto e vê ele sentado na poltrona, aguardando ela acordar:

-  É você quem eu amo! Quero ser o teu homem, teu norte, teu chão… Topas?

A vida lhe sorriu novamente. Agora o seu mundo estava completo.

Escrito por Andrezza (LD) Palacios

V

 
6 Votos

 

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Eu adoro ouvir e contar histórias! Essa foi enviada por uma amiga da página Meus Fetiches, contada através de mensagens in box, para ser compartilhada com vocês. Um fetiche que foi descoberto por acaso…

Eles estavam casados há uns cinco anos, sem filhos, vida estável, casamento aparentemente normal. Ela, mulher moderna, dinâmica, atualizada, gostava de sua vida pacata. Ele, marido dedicado, companheiro e viciado em internet. O tal vício não chegava a incomodar o relacionamento, afinal, ele sabia dividir seus momentos. Apenas entre quatro paredes que as coisas não andavam muito bem, parecia que “a graça” havia terminado e a rotina estava começando a se instalar confortavelmente no meio da cama.

Conectado sempre, um dia o marido esqueceu um de seus emails aberto. Estava no banho quando sua esposa chegou mais cedo em casa e viu o notebook ligado na mesa do escritório. Bom, a oportunidade faz o discreto se transformar em grande curioso… e ela resolveu dar uma “espiadinha”…

Antes não estivesse espiado! Descobriu que seu marido estava tendo um caso virtual com alguém distante, viu  fotos eróticas e também muitas fotos de pés femininos! Provavelmente dela!! O seu mundo perfeito caiu! Enquanto ele ainda estava no banheiro, deu tempo para que ela pudesse ler muitos emails quentes e com desejos estranhos descritos…por ele. Adorava pés! Era louco, apaixonado..ficava excitado com as fotos que ela mandava: pés descalços, com salto alto, com botas, amarrados…de todos os jeitos! De onde ele tirou essa loucura? Por que nunca me falou disso? Como ele pode fazer isso comigo?

Perguntas inúteis: ela sabia o porquê. Comunicação nunca foi o ponto forte do casal. Ela não era uma pessoa naturalmente aberta sexualmente e também não gostava de ficar falando sobre sexo com ele. Ele sempre foi um bom marido, mas também nunca expressou maiores loucuras para ela. Tudo era absolutamente normal!

A dor e a raiva estavam começando a cegar seu raciocínio. Pelas mensagens dava para perceber que ainda não se conheciam, mas isso aconteceria mais cedo ou mais tarde. E pelo jeito também tinham outros meios de comunicação… esta mulher sabia muito mais dele, das coisas que ele gostava na cama do que ela, a esposa.

Um barulho no banheiro tirou ela de seus pensamentos. Ela fechou o notebook e foi para a sala, discretamente. A cabeça fervilhava… Precisava de um plano, algo deveria ser feito! Restava a dura escolha nestes casos: continuar ou não, eis a questão. Mas ela não iria deixar esses pequenos casos destruirem sua historia com ele e tudo o que tinham juntos.

- Oi, amor… como foi seu dia? – ele iniciou a “conversa padrão do casamento morno”.

- Foi bem, só estou com um pouco de dor de cabeça. – ela respondeu a “conversa padrão da mulher que tem algo incomodando por dentro”.

Sem maiores diálogos, cada um foi fazer suas tarefas e a noite termina como todas as outras: ela lendo um livro antes de dormir, ele no computador “atualizando seus emails”. Desde então, ela passou a observar o companheiro com atenção redobrada. Um ciúme silencioso percorria celular, computador, notebook, tablet ou qualquer outro aparelho eletrônico que tivesse pela casa… Passou a caçar registros, históricos, contas de telefone, redes sociais…acabou por se tornar uma detetive de primeira!

Acabou descobrindo por conta própria o que não queria saber! Seu marido envolvia-se com outras mulheres, inclusive saía com garotas de programa e era um podólatra assumido! Tinha diversas fotos de mulheres nuas e pés de todos os tipos e “sabores”.Era um fetiche que o acompanhava desde adolescência, dizia ele para suas amigas virtuais. Bem que ela achava estranho mesmo… No começo do casamento, ele vivia dando sapatos de presente, pedia para desfilar com eles completamente nua. Só ficava excitado depois que beijava seus pés… Odiava aquilo! Repelia-o sempre… até que ele nunca mais fez.

Ela optou por uma atitude inteligente: reconheceu suas ações e atitudes, principalmente as erradas, e decidiu investir forte no seu relacionamento. Reconheceu que viva mais para o trabalho que para sua vida; também não era nem um pouco adepta à estas modinhas… mas resolveu pensar: E por quê não? Nem sempre um affair significa o fim de um casamento. Ela tomou as rédeas da situação, mesmo com toda a tristeza de sua descoberta. Sangue frio (que inveja!).

Numa noite, enquanto ele ainda estava no computador, após um banho demorado, ela tirou um frasco de dentro de sua bolsa. À tarde tinha passado em uma sexshop (por ela jamais entraria num lugar desses, mas resolveu conhecer) e comprou um gel comestível para massagens. Achou interessante a explicação da vendedora… Sentou-se na cama e passou quase todo o produto em seus pés (muito bem feitos!) e deixou secar.

Ele estava no computador quando escutou sua esposa chamá-lo no quarto.

- Já vou! – respondeu.

- Sim, já vai sair deste computador agora…antes que eu pise nele! – ela vociferou ao lado dele, chegando de surpresa.

Nunca vamos conseguir imaginar a cara dele neste momento! Deve ter ficado azul, roxo, cinza… ao ver sua delicada esposa apenas de fio dental e salto alto, diante dele. Muito maquiada, cabelo vamp e um olhar que ele ainda não conseguia definir… tesão? maldade? (parecia uma daquelas garotas que ele costumava “pegar” de vez em quando para realizar suas taras, pensou).

Sentado e indefeso, viu sua esposa pisar em seu membro com aquele salto fino. Ela estava com as unhas pintadas de vermelho! Linda, perfeita! Alisou seus  pés com adoração, tirou o sapato e começou a esfregá-lo em si mesmo… Abriu a calça e expôs seu membro já duro, completamente excitado…

Ela deixou-se levar pela situação! Nunca tinha começado a fazer sexo deste jeito… Empurrou o computador um pouco para o lado e sentou-se na mesa. Tinha liberdade de movimentos agora. Com um pé no meio das pernas dele e o outro foi direto ao rosto. Esfregou forte, passou nos cabelos, no nariz dele… até encontrá-lo já de boca aberta, pronto para receber seus dedos com sua língua. No momento que ele começou a chupar seus dedos, já sentiu o gosto doce daquele gel…”Nossa! O que é isso? Você está uma verdadeira delicia!” E começou a lamber e sugar cada um de seus dedos com muita vontade. A sensação refrescante do tal gel dava um toque diferente naquele ato… Aquela língua quente tinha experiência!

Começou a ficar extremamente molhada com o simples fato dele estar lambendo seus pés. Ofereceu o outro. Não sabia o quanto esta região era tão sensível ao toque! Isso estava deixando ela a ponto de bala! Ele parecia não se conter! Pegou seus pés e passou a manipular seu pênis, fazendo uma espécie de “espanhola” com os pés (espanhola: técnica erótica que consiste na mulher masturbar seu parceiro com os seios). Voltou a lamber cada centímetro dela, desta vez no corpo inteiro…

Desta vez, ela permitiu-se fazer tudo aquilo que as outras provavelmente fazem na cama… Usou, abusou e lambuzou seu marido. Foram para a cama e fizeram loucuras até ficarem cansados… O sexo termina com o gozo dele nos pés dela, enquanto ainda o manipulava com os dedos… Intenso! Diferente!

- Isso era meu maior desejo! Como você adivinhou?- falou, extasiado.

Ela sorriu por dentro… Fez exatamente aquilo que ele mesmo havia descrito para uma delas em um daqueles emails. Sórdida! Nunca disse nada para ele, nem deixou transparecer qualquer desconfiança. Fez de conta que não sabia de nada e agiu de outra forma… a seu favor. “Estranhamente” ele não conseguiu ter mais acesso aos emails secretos. Por que será, hein? Mas também nem era preciso… Ele passou a ter sessões diárias de sexo onde “os pés viraram mãos”.

Se as tais amigas ainda continuam no ar, ainda não se sabe… mas ela usou as mesmas estratégias de sua própria inimiga, sem o alvo saber. E colocou uma pedra em cima do fato.

Fato verídico: enviado por C.L.D. e escrito e adaptado por Andrezza.

 

 
7 Votos

 

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Aquela foi uma relação complicada… Não poderia se dizer se era uma relação ou não, pois o envolvimento nem merecia ser chamado disso. Talvez fosse uma necessidade de ter o outro em suas mãos. Talvez fosse apenas sexo; nem eles sabiam dizer o que definia os dois juntos.
Jamais daria certo de outra maneira, jamais seriam marido e mulher, nunca sairiam passear com filhos, na casa da sogra ou reunir-se com amigos. Ali não havia lugar para todos estes detalhes que acompanham as relações decentes.

A relação era completamente impossível a não ser por uma questão. Uma simples e pequena questão: química! Nisso foram perfeitos! Bastava apenas um olhar para que ondas de tesão tomassem conta dos dois… Reconheciam o cheiro um do outro a distância e sabiam exatamente o que fazer, sem planejar, sem pestanejar. Se provocavam a quilômetros e era como se estivessem lado a lado. O que aconteceu entre as quatro paredes foi único, inesquecível…com altas doses de paixão e todo tipo de sacanagem. Não houve medo, vergonha, nojo nem preconceito. Qualquer sugestão era bem vinda e qualquer novidade era experimentada. Realmente nunca houve uma relação como aquela! Nasceram um para o outro neste quesito.
Estava além de uma união de corpos, pois as almas se comunicavam antes mesmo de se encontrarem. Não era necessário a presença física para sentir atração e desejo… e quando se encontravam não faziam amor, muito menos sexo! Faziam “fetiches”!

As preliminares não eram básicas e davam lugar para o diferente, bizarro, olho no olho, literalmente objeto sexual! Todas aquelas vontades que os seres humanos normais desejam lá no fundo dos seus pensamentos, eles eram capazes de realizar uma por uma.. A dor era secundária! Dor fazia parte do repertório… ela fazia questão: carregaria a lembrança dele dias e dias após, só de sentir por onde aquela mão pesada passou em seu corpo.

Era complicado mas apesar disso era a ligação dos sonhos de qualquer um. Como não existe perfeição, o outro lado simplesmente não existia para nenhum deles.Bem que dizem que os amores impossíveis são os melhores…e também são os piores! Lá um dia, acabou. Sem essa de que o “destino não quis”… Não era pra ser e ponto final. Havia muita coisa em jogo… Mas foi uma história vivida com muita intensidade e sem nenhuma perspectiva. Não houve lágrimas, nem reclamações.. pois a separação estava dentro do contexto desde o primeiro minuto.

Analisando friamente… aquela relação valeu a pena por uma vida inteira! Foi a única que ultrapassou os limites da indecência…Remorso? Nem um pouco. Ciúme? Talvez… Saudades, sempre! E, entre abatida e descrente de amor, ela ainda lembra do seu olhar. Aquele olhar trocado através do espelho…das loucuras que fizeram na frente dele… E até hoje o tempo nunca apagou aquela vontade.

Andrezza

07-08-201320:51:36