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ASSIM EU GAMO!

 
 
Há mais de cem anos, os escritores Marquês de Sade e Leopold Von Sacher-Masoch deram seus nomes ao que ficou conhecido como sadomasoquismo: para quem não sabe, o sádico gosta de bater, enquanto o masoquista sente prazer ao apanhar e ser humilhado – ou seja, quando eles se encontram a sintonia é perfeita. Tem quem goste. Até hoje, os sadomasô vestem roupas de vinil, praticam bondage, asfixia e dão chicotadas por aí. Exageros à parte, tem muita gente boa adepta de práticas mais light – mas nem por isso menos excitantes, tipo: tapas estalados no bumbum, arranhões da nuca ao cóccix e puxões de cabelo suficientes para fazer uma bela peruca. É… parece que tem muita cama por aí que mais parece um tatame na hora do vamos ver.
Como já foi dito em verso e prosa, um tapinha não dói. Pelo contrário, é ingrediente fundamental para uma noite apimentada no caderno de receitas de muita gente. “Uma boa ‘pegada’ é tudo! Pegou de leve, não serve! Pra mim, dor e prazer estão intimamente ligados. Se o cara não toma iniciativa, eu peço. Se bater de leve, eu peço mais forte. Quando o negócio está bom, a gente fica descontrolado e não pensa se vai doer, marcar, nada disso”, diz a advogada Tatiane Miranda. Falando nisso, esse negócio de marca pode ser um problemão. “Eu e meu namorado curtimos fazer sexo animal, bater e xingar. Na hora, é maravilhoso, mas no dia seguinte tenho que dar um jeito de esconder os hematomas”, conta Mariana Novis, ressaltando que vale a pena usar blusa de gola alta por uma semana para esconder as marcas do pega-pra-capar, no bom sentido.
Parece que entre quatro paredes vale tudo, desde que em comum acordo. Mas e quando um não quer, e o outro vai com tudo? Aconteceu com Vânia de Mello que levou um susto com a performance do pretendente. “A gente estava o maior tempão só nos amassos. Quando enfim chegamos aos finalmentes, ele começou com um palavreado que não tava me agradando. Até que, do nada, me deu um tapa que perdi a noção. Mandei parar tudo e fui embora”, conta a bancária. Realmente, encher a mão logo na primeira noite é um tanto arriscado. Talvez seja melhor começar em doses homeopáticas como fez o namorado de Giulia Almeida. “No início, não rolava nada. Mas aos poucos meu namorado foi me pegando com mais força, viu que eu me amarrava, até que isso se tornou normal entre a gente. Ele pode bater onde quiser, menos na cara, que é muito humilhante”, revela Giulia.
Nelson Rodrigues que me desculpe, mas nem toda mulher gosta de apanhar.  “Esse lance não me dá o menor tesão. Sou muito romântica pra isso. Acho que perde a magia, o respeito. Um puxãozinho de cabelo, um tapa de leve até rola, mas muito raramente. Tem tanta coisa melhor pra fazer!”, comenta a dentista Rosane Feitosa. Perder o respeito é um grilo recorrente na cabeça das mulheres, como na da comerciante Carolina Machado. “Gostar, eu gosto, mas não deixo o meu namorado fazer, porque tenho medo que ele me ache uma qualquer. Tem homem que é bobo e ainda faz diferença entre mulher pra transar e pra casar e eu ainda não perdi a esperança de entrar na igreja”, diz Carolina.
O sexólogo Hélio Felippe ressalta que a fantasia do sexo agressivo com direito a tapas e arranhões é mais comum entre mulheres do que homens. “No consultório, há reclamações de mulheres que vêem um tapinha ou palavrão como forma de esquentar a relação e sair da rotina, mas o parceiro não faz nada”, afirma. Segundo Hélio, curtir a fantasia com suavidade, como mais uma brincadeira na cama é valido, mas não pode ser condição para se atingir prazer. “Senão vira algo doentio. Além disso, alguns homens podem vir a perder o respeito pela namorada que gosta de levar um tapa, por serem preconceituosos. O melhor é que o casal converse e entre num acordo sobre o que é bom para os dois, sem trauma ou desrespeito às vontades do outro”, explica. Ou seja, nos trinta minutos de intervalo entre a primeira e a segunda da noite, um papinho sobre o assunto pode acertar os ponteiros do casal na cama – para pegar mais leve ou bem mais pesado no próximo round.
 
 
 26-07-201320:51:51