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Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.

Sócrates

A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades.

Millôr Fernandes

No final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos.

Martin Luther King" alt="" width="58" height="64" />

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Incontrolável
Incontrolável

Incontrolável

quilofagia
Eu tentava andar calmamente apesar do coração acelerado. Olhava em volta enquanto puxava para baixo a saia jeans.
Droga! Ela é bem curta – pensei de repente ansiosa, querendo desistir daquela ideia ridícula – Não! Se eu não levar isso até o fim vou me arrepender para sempre.  Até meu inconsciente tentava me convencer disso. Os sonhos repetidos, a incapacidade de deixar de pensar nele. Eu não conseguia tira-lo da minha cabeça, então eu ia fazer alguma coisa a respeito.
Preciso de algo bem louco para me dar coragem! Sorri e fiz um pequeno desvio. Saí do banheiro do restaurante com o andar mais confiante e um sorriso malvado que se recusava a sumir. Puxei a saia mais uma vez enquanto ia ao encontro deles.
Foi então que os avistei, meus amigos, eles estavam com outras pessoas, sentados numa mesa conversando.  Eles me viram e um deles se levantou para falar comigo. Eu estava de visita, de surpresa, antes do esperado. Infelizmente, meus olhos se desviaram para o outro. Desde que ele havia me rejeitado eu não parava de deseja-lo.
Maluca!!! Sim eu devo ter sérios problemas!!! Por que eu quero tanto ele!
     Então ele se levantou e me cumprimentou. No momento que ele encostou-se a mim, eu senti, a eletricidade percorreu meu corpo inteiro. Minha perna bambeou por um segundo, eu pude sentir meus mamilos endurecendo sobre a blusa.
Sim, eu o queria muito!!!!
Eu sorri enquanto era apresentada aos amigos dele que mal podiam disfarçar o olhar de desejo enquanto checavam a saia curta.  Eu fazia questão de abraçar a todos que conhecia. Mas a todo o momento meus olhos  o procuravam.
Se eles soubessem o que está por baixo!!!  - pensei com o sorriso malvado voltando para o meu rosto. Logo eu estava conversando e rindo com eles. Provocando e falando besteira como eu era famosa por fazer. Mas de tempos em tempos eu atirava pequenas flechas. Comentários com duplo sentido que só ele podia entender.  E a cada momento que minha perna esbarrava na dele por debaixo na mesa eu sentia de novo. As ondas de eletricidade, a excitação percorrendo meu corpo.
Então eu notei, não era só para mim, ele também estava sentindo aquela tensão sexual. Ele me olhava fixamente, um olhar intenso, as pupilas escuras e dilatadas. Meu olhar encontrou o dele e por um segundo ficou preso. Antes de me perder baixei os olhos, foi ainda pior, de repente me vi encarando o volume que crescia nele. Fiquei vermelha imediatamente, e tentei me afastar.
Levantei assustada com a intensidade do meu desejo. Não era mais capaz de me controlar, eu queria muito ele. Incapaz de encara-lo novamente murmurei algo sobre banheiro e me afastei apressada.
Mas ele veio atrás de mim. Eu estava na porta do banheiro tentando recuperar o folego, quando eu o senti. Ele estava bem atrás de mim. Murmurou no meu ouvido que precisava falar comigo. Me mantive de costas, me recusando a encara-lo. Então a porta do banheiro se abriu e ele me empurrou lá dentro.
Eu tentei abrir a boca para falar, mas ele já estava em cima de mim, no momento que ele me beijou eu soube que estava perdida. Meu corpo se grudou ao dele, e eu só conseguia desejar ficar ainda mais perto. Eu sentia suas mãos percorrendo meu corpo até chegar em meus seios, meus mamilos tão duros que ameaçavam furar minha blusa. Sua outra mão desceu e procurou o final da minha saia. E eu não pude evitar sorrir quando notei a a exclamação de surpresa quando ele notou que eu não usava nada por baixo da saia. Meu incentivo tinha funcionado melhor do que eu esperava.
Eu o apertava contra mim, e puxava sua blusa, querendo sentir sua pele tocando a minha. Meu corpo todo estava em chamas, então ele parou de me beijar e capturou um seio com a sua boca.  Eu tremia de desejo enquanto ele chupava meu peito, minhas mãos procuravam abrir sua bermuda. Eu sentia o volume do seu pênis crescendo no meu toque. Eu não ia resistir. Eu queria ele agora, naquele momento, ali mesmo!
Ele parecia sentir a mesma coisa, antes que eu pudesse pensar, ele me empurrou na parede e levantou minha saia, me tocando. Eu estava pulsando por ele.
“Molhada”, ele disse quando me tocou e gemeu no meu ouvido, acabando de vez com meu controle. Eu libertei seu pênis e puxei para dentro de mim, num movimento rápido. Ele me possuiu profundamente, numa estocada lenta e funda que quase me fez gritar. Minhas unhas arranhavam suas costas, enquanto ele me penetrava cada vez mais rápido.
Eu me retorcia de prazer, tendo orgasmo atrás de orgasmo, mordendo os lábios para me impedir de gritar. Ele metia com força, apertando minha bunda, me puxando para perto, enterrando profundamente. Todo meu corpo tremia enquanto eu gozava mais e mais, até senti-lo se derramar dentro de mim. Ele gozou profundamente, me apertando para junto dele, eu mordia seu ombro abafando os gritos de êxtase! Minhas pernas não conseguiam sustentar meu corpo e me apoiei pesadamente nele.
Eu me obriguei a olha-lo. Eu não conseguia acreditar que isso tinha acabado de acontecer. Eu queria ele, mas o que havia acontecido tinha sido muito forte. O desejo incontrolável, a espera impossível. Eu olhava ao ambiente a minha volta. No banheiro? Como eu pude? E todos os amigos dele lá fora. Como eu ia encara-los? Tirei isso da minha mente. Só de olhar para ele, o desejo voltava. Incontrolável!!!
Que se dane tudo!!! Vou sair daqui com ele direto para um motel. Isso tem que continuar!!! Eu estou fora de controle agora!!!!…