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Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.

Sócrates

A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades.

Millôr Fernandes

No final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos.

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DOR DE AMOR PODE DOER FISICAMENTE
DOR DE AMOR PODE DOER FISICAMENTE

Dor de amor

Foto: Innocenti and Lee/Image Source/Corbis

 

Quando um relacionamento acaba, vem aquela angústia no peito, falta o ar, dá uma tontura estranha, até um certo enjoo. Os dias se passam, as sensações mudam, mas uma coisa permanece: a famosa dor de amor. E você que se achava fraca por se sentir dessa forma, saiba que isso é, sim, uma dor de verdade.

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Pelo menos para o seu cérebro.

 

Uma pesquisa realizada por uma equipe de cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, mostra que o cérebro considera algumas emoções tão dolorosas como danos físicos, como, por exemplo, uma queimadura de pele.

As experiências para testar a teoria consistiam em colocar pessoas em exames de ressonância magnética funcional (estes mostram o que acontece no cérebro quando realizamos alguma tarefa específica) enquanto elas participavam de um joguinho computadorizado de arremesso entre três pessoas. O jogo foi manipulado de forma que a cobaia fosse excluída (ou seja, rejeitada) depois de algumas rodadas.

Sabe-se, por meio de estudos anteriores com ressonância magnética funcional, que a dor física, normalmente ativa dois tipos de região do cérebro: uma associada com a "aflição" da dor física (emocional) e outra associada à sensação física da dor (sensorial). Ser rejeitado no jogo de arremesso causou a ativação da região cerebral responsável pela sensação de dor, mas não a área que realmente registra a dor fisicamente.

Como ser rejeitado por uma dupla de estranhos não se compara a aflições do mundo real, os cientistas submeteram pessoas que tiveram experiências recentes de rompimentos amorosos aos mesmos scanners de ressonância magnética da experiência anterior. Só que, dessa vez, ao invés de um jogo, as pessoas visualizavam fotos de seus ex-parceiros e foram instruídas a pensar sobre a intensa rejeição que experimentavam.

 

Os resultados foram impressionantes, pois, não só a região emocional de dor foi ativada. O cérebro dessas pessoas realmente acreditava que elas estavam com uma dor física, sob a ativação da parte sensorial de dor. Em outras palavras, os mesmos caminhos cerebrais são ativados quando sofremos rejeições e quando sentimos dores físicas. Dor de amor dói mesmo.

 

E quais são os motivos para que nosso cérebro responda a rejeições amorosas imitando dores físicas? Segundo os cientistas, as respostas estão no nosso passado de caçadores-coletores.
Quando vivíamos em pequenos grupos nômades, o ostracismo de nossas tribos era semelhante a uma sentença de morte, já que era quase impossível sobreviver sozinho naquele ambiente. Por esse motivo o cérebro desenvolveu um sistema para nos alertar quando estivéssemos correndo o risco de sermos expulsos de nossos grupos.

 


Aqueles que sentiam a rejeição de forma mais dolorosa, estavam mais propensos a corrigir seu comportamento, evitando serem expulsos de seus grupos e, portanto, tinham mais chances de sobreviver e passar seus genes adiante.

Sendo assim, não é só o fim de um relacionamento que pode doer "de verdade", mas brigas com familiares e amigos muito próximos, a perda de um ente querido, ser deixado de lado por pessoas que você gosta e, claro, paixões não resolvidas também podem causar essa sensação de dor física. Nosso cérebro interpreta tudo, basicamente, da mesma forma.

Por ser impossível evitar esse tipo de situação, você deve encarar o sentimento ruim como parte natural da vida, algo que todo mundo sente e sobrevive.

É preciso respeitar seus sentimentos, sua sensação de luto. Por isso, permita-se, chore, isole-se quando precisar, sinta as dores físicas e entenda tudo aquilo que está acontecendo. E se, por acaso, perceber que não vai conseguir passar por isso sozinha, procure ajuda profissional. Isso não faz de você fraca, mas forte o suficiente para admitir o que sente. Afinal de contas, você foi "programada" para se sentir assim.

Por lucy santos26-11-201326-11-2013

A CIÊNCIA EXPLICA O AMOR

A ciência explica o amor

 

Vários elementos físicos que ocorrendo em uma ordem certa, na hora certa e no lugar certo podem resultar no verdadeiro amor. Essa é a explicação científica de um perito da Universidade de Buffalo (EUA). A ciência descobriu que, a partir do estudo do cérebro, podemos saber mais sobre o amor.

"Existem vários tipos de química necessária nos relacionamentos amorosos Parece que uma variedade de processos neuroquímicos diferentes e estímulos externos precisam se conectar na sequência certa para alguém se apaixonar", afirmou Mark B. Kristal, professor de psicologia da Universidade de Buffalo.

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O primeiro item dessa lista é o cheiro, e neste caso vale a preferência ou cultura de cada um em relação aos aromas. Depois existem feromônios, que são hormônios mais misteriosos para nós seres humanos. "Eles são sinais que entram no cérebro através do sistema olfativo. Eles podem funcionar na questão do sexo, da territorialidade, da agressividade e do medo", disse Kristal. Os feromônios sexuais atrativos podem explicar as mudanças no libido, a sensação de desejo, mas não conseguem descobrir razões para escolha de uma pessoa como companheiro.

Os seres humanos, segundo a pesquisa, são provavelmente escolhidos também em função de outros estímulos sensoriais como o visual, olfativo, auditivo e tátil. Esses sinais, especialmente o cheiro, se fortalecem com o tempo. "Depois de um certo tempo, companheiros específicos podem mais facilmente se reconhecer através de cheiros e não por feromônios. Estudos mostram que as pessoas possam reconhecer camisetas sujas pertencentes aos seus companheiros pelo cheiro", afirmou Kristal.

O terceiro elemento é o cérebro. Ele próprio produz substâncias que estão envolvidas na ligação que faz o amor nascer. "Dois peptídeos cerebrais relacionados, vasopressina e ocitocina, têm sido mostrados para serem envolvidos em ambas ligações permanentes ou sociais de longo prazo, ligações que estão por trás do acasalamento", disse Kristal.

 

O pesquisador afirma que existe uma parte do cérebro que é responsável pelo amor e sexo. "O neurotransmissor dopamina, em uma parte do cérebro chamada de VTA, seguramente está envolvido nas propriedades de recompensa do amor e do sexo", apontou. Alimentos, medicamentos e outras substâncias que pretendem aumentar o interesse sexual são um mito de acordo com Kristal. Para atrair um parceiro neste dia dos namorado, a dica do professor é "cheirar bem" e exercer um "olhar bem sucedido".

 

Por lucy  santos